Na próxima segunda-feira (7) a Prefeitura de Florianópolis, através da Comcap, retoma a coleta de resíduos volumosos pelos bairros continentais da Grande Florianópolis, que vai até 17 de dezembro. Nesse período serão atendidos 70 bairros e balneários com o recolhimento, de porta em porta, além de 10 bairros com pontos de entrega voluntária (PEVs). Desde o ano passado foram recolhidas 1,5 mil toneladas de entulho, madeira, metal, pneus, podas e eletrodomésticos. O serviço é realizado pela Comcap, nos dias agendados, para que o cidadão encaminhe de forma adequada os resíduos volumosos que não podem ser dispensados em coletas convencionais e seletivas. Algumas instruções: • No dia da coleta, colocar resíduos em local acessível até às 7h; • Volume de um metro cúbico por domicílio; • Não colocar resíduos domiciliares (rejeito, orgânicos e nem recicláveis secos); • Fora dessa programação, levar aos Ecopontos ou contratar serviço pago. “Essa é uma oportunidade para descartar de forma correta, sem custos adicionais, os resíduos volumosos”, orienta o presidente da Comcap, Carlos Alberto Martins. Ele lembra que é proibido descartar lixo e entulho na rua pelo Código de Posturas Municipal, Lei 1.224, de 1974, e que jogar resíduos em áreas clandestinas é crime ambiental e inafiançável, passível de pena de reclusão, de um a cinco anos, pela Lei Federal 9.605.
Coleta de resíduos volumosos. Foto: Divulgação.
Mais eficiência A Comcap tem investido mais de R$ 1 milhão por ano para tentar manter limpos os quase 200 pontos de descarte irregular existentes nas regiões locais. Esse ano, além de intensificar a fiscalização, antecipa Carlão Martins, a Prefeitura de Florianópolis vai deflagrar uma campanha de comunicação para melhorar as práticas e, com isso, reduzir custos de coleta e limpeza urbana. “A Comcap tem sido eficaz ao limpar a cidade, mas queremos que se torne também eficiente. Não se pode mais fazer a coleta a qualquer custo. Temos de, além de fazer as coisas certas, passar a fazê-las da maneira certa, com melhores resultados e menores custos, entendendo o que a cidade está disposta a pagar”, afirma Carlão Martins. Clique aqui e veja o PDF com dados do que já foi recolhido em 2018!