Segundo dados do Inca, o câncer já representa a primeira causa de morte por doença entre crianças de 1 a 19 anos | Foto Divulgação

Segundo dados do Inca, o câncer já representa a primeira causa de morte por doença entre crianças de 1 a 19 anos | Foto Divulgação

No mês de setembro, o CHO (Centro de Hematologia e Oncologia) de Joinville destaca o combate ao câncer infantil, um conjunto de doenças que têm em comum a proliferação desordenada de células anormais e que podem acometer qualquer parte do organismo.

Leucemias, linfomas e tumores no sistema nervoso central são os mais frequentes na infância e adolescência, entretanto, outros tumores também podem ser identificados nessas fases como o neuroblastoma, tumor de Wilms, retinoblastoma, tumores germinativos, tumores ósseos e de partes moles.

Segundo dados do Inca, o câncer já representa a primeira causa de morte por doença entre crianças de 1 a 19 anos, correspondendo a 8% do total. Somente em 2018, a estimativa é de mais de 12.500 novos casos.

“Ao contrário da doença em adultos, o estilo de vida e fatores ambientais não estão associados ao câncer infantil e, muitas vezes, também não há causa hereditária. Os tumores pediátricos estão relacionados à alteração na diferenciação celular”, destaca o oncologista do CHO,  Gilberto Pasqualotto.

“Muitas vezes os sintomas do câncer infantil são semelhantes a doenças comuns em crianças e adolescentes, por isso a dificuldade em identificar precocemente o câncer”, complementa.

Quando a criança apresenta emagrecimento, palidez, nódulos, repetidas contusões, dores, febres inexplicadas, dores de cabeça frequentes acompanhadas de vômito e alteração da visão a indicação é de procurar o pediatra para descartar ou identificar a doença.

“Atualmente os tratamentos têm melhorado os resultados. Cerca de 80% das crianças e adolescentes acometidos pelo câncer podem ser curados e eles podem usufruir de boa qualidade de vida após o tratamento”, reforça.

*Com informações de assessoria de imprensa

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