Bancários de Criciúma retardaram a abertura da Caixa em uma hora nesta terça-feira. A Caixa do Centro de Criciúma, na rua Santo Antônio, abriu às 9h - o horário normal seria às 8h.

O protesto acontece, em todo país, com paralisações devido à privatização dos serviços da Caixa e os “ataques que a Caixa vem sofrendo tanto contra a instituição financeira, como aos direitos históricos: a abertura de capital de uma das operações mais rentáveis da Caixa, a Caixa Seguridade entre outros”, explica a presidente do Sindicato dos Bancários de Criciúma e Região, Dirceia de Mello Locatelli.

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Conforme ela, a mobilização ocorre pelo pagamento menor da PLR aos empregados, por melhores condições de trabalho e de atendimento à população, por meio de mais contratações, além de proteção contra a Covid-19 e vacinação prioritária para os bancários.

Para a presidente é importante enfatizar que em 2020 os empregados atenderam mais da metade da população brasileira, demonstrando ser a Caixa imprescindível como banco público e primordial em sua ação social.

No ano passado, mais de 120 milhões de brasileiros recorreram à Caixa – principal banco público do país – em busca do auxílio emergencial, seguro desemprego e para saques do FGTS.

“Defender a Caixa, como banco público, passa também pelo reconhecimento de seus empregados e pela defesa de melhores condições de trabalho para estes trabalhadores”, analisa Dirceia.