A comunidade de Araquari tem a oportunidade de mais uma vez participar do Seminário que abordará o tema “Mobilidade Urbana”. O objetivo é levantar questões de interesse de toda a população do município e, de acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Edson Pereira, esse é o momento de opinar e buscar melhorias para a cidade.

“Araquari é uma cidade que se desenvolveu e cresceu muito rápido e precisa ser planejada, já visando o futuro. Essa questão da mobilidade urbana é de interesse de todos e buscamos a participação da comunidade para que possamos criar, em conjunto, o Plano de Mobilidade Urbana de Araquari”, comenta.

Um dos seminários foi realizado na quarta-feira (9) e contou com a presença de 25 pessoas, representando a sociedade civil organizada. E nesta sexta-feira (11), das 13h às 17h, acontece o segundo, na Câmara de Vereadores de Araquari, localizada na rua Antônio Carlos Sprotte, nº 125, no Centro.

Após os seminários será realizada a Audiência Pública com data já definida: dia 18 de maio, às 18 horas e 30 minutos, no auditório da Polícia Militar da cidade – localizado na rua Coronel Almeida, nº 175, no Centro.

Os eventos estão sendo organizados pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão e Departamento Municipal de Trânsito.

“O Plano de Mobilidade Urbana está em andamento desde 2017, onde já aconteceram seminários e audiências públicas e nós seguimos com mais alguns eventos para dar a oportunidade de abranger um número maior da comunidade, lembrando que é um tema de extrema importância para a cidade”, diz Jaime Gregianin, secretário de Planejamento.

Os seminários, assim como a Audiência Pública, são abertos ao público e buscam a participação de todos os moradores da cidade. Contudo, nos seminários é essencial, principalmente a presença da comunidade civil organizada como entidades, líderes comunitários, representantes de associações de moradores.

“A Mobilidade se define como a capacidade de se movimentar. Vale lembrar que o Plano de Mobilidade não serve só para o deslocamento de automóveis. Muitos outros fatores estão inseridos neste tema”, informa Simoní Costa, arquiteta da Secretaria de Desenvolvimento.

Segundo ela, está incluso a preocupação com a acessibilidade das vias públicas e dos transportes para pessoas com deficiência como: rampas, elevadores, piso tátil para deficientes visuais e muitos outros fatores.

Além de custos econômicos e ambientais dos transportes urbanos, espaço para a bicicleta e pedestres. Na mobilidade, o importante é que o cidadão consiga ir e vir de forma segura e confortável, independente do meio de transporte que escolher.