Os principais sintomas do novo coronavírus, e também os mais conhecidos, são tosse, dificuldade para respirar e falta de oxigenação no sangue.

Sintomas que também podem estar relacionados a outras causas. Por isso, a importância de acompanhar a evolução de quadros desse tipo é fundamental.

Mas um novo dispositivo pode ajudar nesse monitoramento. A Universidade de Northwestern e o Shirley Ryan AbilityLab desenvolveram um aparato que adere à pele e pode ajudar a monitorar os primeiros sinais da covid-19 e a progressão da doença.

Muito parecido com um curativo colante, como o band-aid, o dispositivo é colado na região supraesternal, onde o fluxo de ar é mais próximo da pele.

“Usamos um acelerômetro de três eixos e largura de banda alta para medir o movimento da superfície da pele” para capturar detalhes da respiração e da tosse, explicou o professor John Rogers.

O adesivo não é invasivo e foi desenvolvido a partir de um outro projeto, pensado para a recuperação de pacientes com AVC.

Como funciona

Uma vez por dia, o paciente retira o adesivo e o recarrega em um aparelho que automaticamente sincroniza os dados armazenados com um tablet.

Os resultados então são analisados por um algoritmo de Inteligência Artificial, em busca de anomalias relacionadas ao novo coronavírus.

O dispositivo está em teste há duas semanas, com 25 participantes. Mesmo sem ter ainda uma licença para a venda do dispositivo, a Universidade de Northwestern está produzindo dezenas de adesivos por semana, podendo aumentar esse número quando a licença for emitida.

Fonte: Olhar Digital (via CNet)

 

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