Não foi só a classificação à segunda fase da Copa do Brasil que marcou o empate sem gols do Joinville com o Santa Cruz-RS na última quarta-feira (17).

Assim que o árbitro apitou o fim do primeiro tempo, o volante Banguelê e o lateral Edson Ratinho se desentenderam, e o primeiro tentou acertar uma cabeçada no companheiro de equipe.

O juiz Leandro Bizzio Marinho viu a ação e expulsou diretamente o volante, colocando na súmula que o cartão vermelho foi "por conduta violenta, pelo mesmo desferir e atingir, uma cabeçada, em seu companheiro de equipe”.

Com um jogador a menos, o JEC sofreu no segundo tempo, mas conseguiu segurar a igualdade que garantiu a passagem para a próxima fase, onde vai enfrentar o Atlético-GO.

“Eu não posso falar do lance, pois não vi na hora. No momento que olhei, já estava acontecendo a expulsão. Foi um tanto quanto confuso para mim. Foi falado no vestiário, pois os atletas compraram a briga e mesmo com isso arrumaram a solução dentro de campo. É um assunto interno. Vamos olhar o lance com mais calma e saber o que aconteceu. Iremos conversar com os dois para que essa situação não ocorra mais. Jamais um jogador deve ser expulso em um lance com outro do mesmo time”, disse o auxiliar Felipe Sampaio, substituto do técnico Vinícius Eutrópio, que se recupera da Covid-19.