Com a notícia da grave lesão de Neymar, o Al-Hilal da Arábia Saudita, deve recorrer ao Programa de Proteção de Clubes da Fifa, que remunera os times quando algum jogador se lesiona enquanto está a serviço da seleção principal de seu país numa competição da entidade.

Mas o valor da indenização é limitado a 7,5 milhões de euros (cerca de R$ 40 milhões), ou seja, muito menos do que o salário do camisa 10, que ganha cerca de US$ 112 milhões (R$ 566 milhões) por temporada na equipe saudita.

Com contrato de dois anos, Neymar fez cinco jogos pelo Al-Hilal até aqui e marcou um gol. O craque rompeu o ligamento cruzado anterior e do menisco do joelho esquerdo derrota do Brasil para o Uruguai por 2 a 0, na noite de terça-feira (17), pelas Eliminatórias para Copa do Mundo.

O atacante deixou o campo chorando ainda no primeiro tempo após torcer o joelho ao pisar no gramado. Depois do apito final, ele deixou o estádio Centenário, em Montevidéu, de muletas.

Esse é o 30º problema físico enfrentado pelo craque na carreira, sendo o primeiro no joelho esquerdo. Dois locais são os mais recorrentes para lesões do jogador: o pé direito e a coxa esquerda, cada região com sete lesões cada. A coxa direita, com cinco contusões, vem na sequência.