Um dos sobreviventes do trágico acidente aéreo da Chapecoense, Jackson Follmann usa a experiência vivida em 2016 para conscientizar as pessoas a ficarem em casa durante a pandemia do novo coronavírus.

Através de lives, o ex-jogador chegou a comparar os 56 dias internados em hospitais após o acidente à quarentena necessária nos dias de hoje.

“Em algumas lives eu falo que passei por uma situação onde fiquei 56 dias confinado, hoje estamos confinados sem muito o que fazer. Tem esse comparativo, porque eu estava lutando pela minha vida. Então, se a gente relaxar, não usar máscara, esse vírus pode até matar. Tenho ficado isolado, quietinho e tentando ajudar de alguma forma”, disse Follmann, em entrevista ao programa Na Rede, de Patos de Minas (MG).

Embaixador da Chape, Jackson Follmann ainda falou que aproveita o isolamento social para aproveitar o crescimento do filho Joaquim, de apenas dois meses.

“Estou me desligando um pouco das notícias e focando no crescimento do meu filho, que está com três meses. Estou procurando ler bastante, meditando e tentando sair um pouco da loucura das notícias. Claro que a gente não pode se pilhar e nem relaxar, tem que ter um meio termo”, contou.

 

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