O Juventus anunciou a sua terceira contratação após o início da Série D do Campeonato Brasileiro.

E sem dúvidas a mais bombástica delas, seja na competição nacional como em toda temporada. Trata-se do renomado atacante Maikon Leite, de 32 anos.

Essa será a segunda experiência do jogador em Santa Catarina. Em 2018, ele defendeu o Figueirense e ajudou o time da capital a conquistar o título do Estadual.

Os detalhes do contrato com o Moleque Travesso ainda não foram revelados, mas será válido até o fim da temporada.

Foto: Divulgação/Juventus

Maikon Leite já está em Jaraguá do Sul e aguarda a regularização no BID (Boletim Informativo Diário) da CBF para virar opção ao técnico Tuca Guimarães.

O acerto com o Tricolor também marca a volta do experiente atacante ao Brasil, já que de maio do ano passado a junho de 2021, ele vestiu a camisa do Petro de Luanda, clube de Angola.

História no futebol profissional

Revelado pelo Santo André, Maikon Leite ganhou projeção no Santos, clube onde permaneceu entre 2008 e 2011.

Nesse período, ele sofreu com lesões graves e também teve um empréstimo para o Athletico Paranaense, mas integrou os times campeões paulistas em 2010 e 2011, da Copa do Brasil em 2010 e da Libertadores em 2011, com Neymar e companhia.

Na campanha do tri da Libertadores marcou um gol na vitória sobre o Cerro Porteño, no Paraguai, pela fase de grupos, que foi importante para o Peixe se classificar ao mata-mata.

Logo após a conquista, ele se transferiu para o Palmeiras, clube com o qual já havia assinado pré-contrato.

O atacante foi campeão da Copa do Brasil em 2012, mas, no fim do ano, acabou rebaixado para a Série B do Brasileiro.

Atacante na época de Palmeiras | Foto: Marcos Ribolli

Após empréstimos em 2013 e 2014 para o Náutico e Atlas, do México, o atacante chegou a retornar ao Verdão no início de 2015, mas, em seguida, voltou a ser emprestado ao Sport e Al-Shaab, dos Emirados Árabes.

Em 2016, foi contratado em definitivo pelo Toluca, do México, mas retornou ao Brasil na mesma temporada para jogar no Bahia.

De lá pra cá, ainda vestiu as camisas do Ceará, Figueira, Brasiliense, Amazonas e o Petro de Luanda, da Angola, equipe africana que estava até o último mês de junho.