Após apresentação da Hypera Pharma como detentora dos naming rights da agora Neo Química Arena, o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, detalhou os valores do acordo com a empresa.

Segundo o dirigente, o clube vai receber R$ 300 milhões por 20 anos em um negócio que deve render outras receitas ao alvinegro.

Entre elas, a exploração do uniforme (estima-se o pagamento de R$ 30 milhões por três anos), shows no gramado (sem que afetem os jogos do time) e o “sector rights”, renomeando os setores Norte, Sul, Leste e Oeste com nomes de produtos da Hypera Pharma.

“Será o setor Gelol, Benegrip... E as ativações da Arena, uma grande e entrega nas redes socais para trazer experiências para o torcedor em dias com e sem jogos. O relacionamento com os fornecedores deles será espetacular, vai ter uma mega farmácia junto de um dos parceiros, vão ter projetos sociais na Zona Leste, o que foi sempre uma busca para trazer benefícios para a comunidade. Falamos de visibilidade, ativação e relacionamento comercial”, disse Andrés.

Sobre a dívida do Corinthians pela construção da Arena, o presidente afirmou que 100% da receita de naming rights será para pagar a dívida com a Caixa Econômica.

“Como falei, tínhamos três dívidas: Caixa, construtora e uma empresa filiada à construtora. Com a construtora já pegamos a quitação, agora estamos esperando a recuperação judicial da outra empresa para terminar as negociações. Com a Caixa, devemos R$ 530 milhões, R$ 550 milhões. Desses R$ 300 milhões, 100% vai para abater a divida com a Caixa. Isso dá 60%, 65%. Temos discussão com a Caixa para ver o que os dois lados entendem como dívida. Esse dinheiro de naming rights abate a dívida com a Caixa. Torcedor pode ficar tranquilo que chegaremos a uma solução. Mandamos o contrato ontem para a Caixa e teremos uma reunião presencial para falar das negociações”, explicou.

 

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