A pandemia do novo coronavírus travou o calendário olímpico e ainda gera muitas dúvidas em relação ao Jogos de Tóquio.

Após o adiamento em 2020, que causou um enorme prejuízo técnico para os atletas e financeiro para os organizadores, o presidente do Comitê Organizador dos Jogos, Yoshiro Mori, afirmou nesta terça-feira (12) que a possível remarcação do evento, de 23 de julho a 8 de agosto, está descartada.

Com isso, faltam menos de 200 dias para a cerimônia de abertura das Olimpíadas de Tóquio. Sem a garantia de vacinação em massa, a presença do público ainda é uma incógnita.

"Um novo adiamento é absolutamente impossível. Acho que teremos que tomar uma decisão muito difícil em fevereiro ou março quanto a presença do público. Ter uma leve sensação de incerteza afeta tudo. Tudo o que posso dizer é que prosseguiremos com nossos preparativos. Sempre haverá amanhã, mesmo depois de uma longa noite. Vamos trabalhar juntos para superar este grande desafio", disse Mori.

Com um prejuízo estimado em mais de R$ 13 bilhões devido ao adiamento dos Jogos Olímpicos em 2020, os organizadores pretendem seguir o novo cronograma.

Fonte: Meia Hora

 

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