Ajuizada em novembro de 2019, as tentativas de negociações com empresas de resseguro envolvidas no acidente da Chapecoense, em 2016, foram encerradas pelo MPF (Ministério Público Federal).

Não houve sequer uma proposta concreta das resseguradoras para garantir os direitos do seguro aos familiares e às vítimas da tragédia.

Com isso, a ação civil pública seguirá a tramitação, o que não impede que as empresas apresentem uma nova proposta de acordo.

Porém, agora terão que atender tudo que ficou estabelecido nas reuniões que ocorreram no primeiro trimestre de 2020 para discutir o assunto.

O acidente

O acidente aéreo em 28 de novembro de 2016 matou 71 das 77 pessoas que estavam no avião que transportava a Chapecoense para final da Copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional, da Colômbia.

O voo charter, da companhia LaMia, proveniente de Santa Cruz de la Sierra, Bolívia, tinha como destino o Aeroporto Internacional José María Córdova em Rionegro, Colômbia.

Às 21h58 (horário local da Colômbia), a aeronave caiu próximo ao local chamado Cerro El Gordo, ao se aproximar do aeroporto em Rionegro.

Entre as vítimas, estavam jogadores, membros da comissão técnica e dirigentes, além de jornalistas e convidados do clube.

 

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