A Procuradoria da Argentina confirmou nesta sexta-feira (22) que o médico pessoal de Maradona, Leopoldo Luque, falsificou a assinatura do craque argentino para obter seu histórico clínico.

A análise caligráfica foi feita por uma assessoria pericial e as autoridades apuram a possibilidade de homicídio culposo.

Os investigadores encontraram o documento e outros dois rascunhos semelhantes à assinatura de Maradona durante uma busca na casa de Luque.

Essa falsificação de assinatura acrescenta outro elemento ao contexto de irregularidades que se suspeita ter existido nos cuidados com a saúde do falecido craque.

As investigações giram em torno de três pontos principais: se houve negligência médica, logo, um eventual “homicídio culposo”; quem foi responsável por esse possível delito; e se a morte de Maradona poderia ter sido evitada.