Maconha deixa lista de programa antidoping do UFC

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Por: Lucas Pavin

08/01/2024 - 08:01 - Atualizada em: 08/01/2024 - 15:32

A nova política antidoping do UFC já está em vigor e traz algumas novidades. A principal delas é a retirada da maconha da lista de substâncias proibidas pela organização.

O argumento utilizado é de que não existe comprovação científica de que o uso da maconha sirva para aumentar o desempenho dos atletas ou mascarar a utilização de PED’s (drogas de aumento de performance).

Outras modalidades já estudam seguir o mesmo caminho para evitar punição aos seus atletas flagrados com a substância no organismo.

“O objetivo do UFC para a Política Antidoping é ser o melhor, mais eficaz e mais progressivo programa antidoping em todos os esportes profissionais. O UFC está orgulhoso dos avanços que fizemos com nosso programa antidoping nos últimos oito anos e continuaremos a manter um programa de testes de drogas administrado de forma independente, que garante que todos os atletas do UFC estejam competindo em circunstâncias justas e iguais”, afirmou Hunter Campbell, diretor de negócios do UFC.

O UFC não possui mais vínculo com sua antiga parceira USADA (agência antidoping dos EUA) e a coleta dos exames será feita pela Drug Free Sport International (DFSI), ou por uma de suas filiadas contratadas.

As análises estão sob responsabilidade do Laboratório de Testes de Medicina Esportiva e Pesquisa (SMRTL), credenciado pela Agência Mundial Antidoping (WADA), e a Combat Sports Anti-Doping (CSAD) é a nova administradora do programa antidoping, também sendo responsável pelas punições.