No último domingo (15), o ex-técnico da seleção brasileira Sub-17 e Sub-20, Carlos Amadeu, morreu após sofrer um ataque cardíaco em sua casa na Arábia Saudita, onde trabalhava nas categorias de base do Al Hilal desde agosto.

Amadeu tinha 55 anos e passou três anos e nove meses no comando das seleções de base do Brasil.

Em 2015, esteve à frente do time campeão sul-americano Sub-17 que tinha no elenco nomes como Vinicius Jr, Paulinho e Lincoln.

“Sem dúvidas um dos mais importantes em minha formação. Só agradecer por tudo!”, escreveu Vinicius Jr.

Ele ainda treinou a base e profissional dos rivais Bahia e Vitória, e como jogador, foi campeão brasileiro pelo tricolor baiano em 1988.

“É muito difícil falar de quem a gente admira, quem a gente admirou. Quem conviveu. Nós trabalhamos três anos com o Amadeu. Em três anos a admiração, a escala de valores num mundo extremamente competitivo que a gente vive. E no futebol vencer é praticamente sobreviver, a escala de valores moral, educacional, ética, no convívio conosco, com Gabriel Menino, Militão, Vinicius, com quem ele teve oportunidade de princípios todos. E tenha a esposa Dora, o filho Ricardo, o filho Matheus, que me acolheram tão bem, nós tiramos fotos juntos na Bahia, toda nossa solidariedade, carinho, fortalecimento. Legado é muito grande. Dessa escala de valores muito rica. Que para vencer precisa ser melhor, não precisa vencer a qualquer custo. Fica meu sentimento, que é externado por todos nós”, disse o técnico Tite nesta segunda-feira (16).

 

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