Segundo reportagem publicada pelo portal UOL nesta quarta-feira (9), a diretoria do Flamengo tinha conhecimento dos riscos do alojamento no Ninho do Urubu, nove meses antes da tragédia que matou 10 meninos da base.

Em 11 de maio de 2018, os responsáveis pela administração do centro de treinamento receberam por e-mail um relatório feito por um técnico contratado pelo clube.

Nele, o profissional destacava a precariedade das instalações elétricas no local e apontava a necessidade de um "atendimento emergencial".

Trecho do relatório | Foto: Reprodução

A reportagem publica também que o técnico responsável reproduzia o que ouviu dos funcionários do Flamengo que o acompanharam.

A ideia inicial do clube, ainda durante a gestão de Eduardo Bandeira de Mello, era ter o novo CT da base ainda em 2018, substituindo as instalações verificadas. Mas não foi o que aconteceu.

No dia 8 de fevereiro de 2019, um curto circuito em um aparelho de ar condicionado causou o incêndio que matou 10 meninos.

As vítimas foram Athila Souza Paixão, Arthur Vinícius de Barros, Bernardo Pisetta, Christian Esmério, Gedson Santos, Jorge Eduardo Santos, Pablo Henrique da Silva, Rykelmo de Souza, Samuel Thomas Rosa e Vitor Isaías.

 

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