O Avaí Futebol Clube comemora mais um ano de vida em sua longa trajetória de glórias e conquistas no futebol catarinense e brasileiro neste dia 1º de setembro de 2020.

Ao chegar aos 97 anos de existência, consolidado em sua gestão e com o objetivo de voltar à elite do futebol nacional, o clube busca a união de todos os avaianos para superar os momentos difíceis com a pandemia do coronavírus, que impôs à população mundial limitações nunca antes imaginadas.

Com o apoio da maior e mais apaixonada torcida de Santa Catarina e um patrimônio valioso, a semente plantada pelo seu fundador Amadeu Horn em 1923, gerou uma trajetória de histórias e conquistas que só orgulham o seu torcedor. O Avaí segue firme em seus objetivos, mostrando grandeza, uma marca consolidada no país e sendo um grande exemplo de gestão.

O presidente Francisco José Battistotti quer o Avaí de novo na Série A. Para tanto, não mede esforços para que isso aconteça ao logo da temporada, o principal objetivo deste ano. “O projeto vem sendo trabalhado com cuidado em um momento conturbado pela Pandemia, mas dentro dos nossos objetivos estratégicos. Principalmente para que o Avaí retorne à Série A, com estrutura administrativa e financeira estabilizada”, enfatizou Battistotti.

 

Ilustração/Avaí FC

Programação alterada

A pandemia do coronavírus inibiu a realização de atividades programadas para este dia tão especial em virtude da necessidade de distanciamento social. Por isso, a programação foi bastante alterada. A Nação Avaiana sabe que é preciso muita reflexão neste momento. Comemorar mais um ano de vida em nossa história, sem deixar de refletir o atual momento. O clube sempre soube trabalhar interna e externamente para ajudar a comunidade a passar pela crise e a contribuição tem sido fundamental.

Como tudo começou

O Avaí é o time da Raça, “da ilha formosa e cheia de graça”. Uma linda história que teve início em 1923 quando um grupo de garotos que costumavam jogar bola na Rua Frei Caneca, no bairro Pedra Grande (atual bairro Agronômica), conheceu o comerciante Amadeu Horn, apaixonado por futebol.

Foi a realização de um sonho para os meninos, que ganharam um conjunto completo de “ternos” como eram chamados os uniformes na época. As cores azul e branca foram escolhidas em homenagem ao clube de remo Riachuelo, cujo nome originou da Batalha do Riachuelo, em 1865.

 

Nome em homenagem à batalha

O nome Avaí surgiu depois de uma reunião com a presença de Arnaldo Pinto de Oliveira. Ele influenciou o grupo de rapazes que já tinha decidido pelo nome “Independência” e propôs Avahy, em referência à Batalha do Avahy, guerra travada junto ao arroio de mesmo nome, em território paraguaio, em dezembro de 1868, entre as forças da Tríplice Aliança (Brasil, Uruguai e Argentina – com a ajuda da Inglaterra) e as do Paraguai. Neste momento, todos apoiaram a ideia e começaram a gritar Avahy, Avahy, Avahy! Entusiasmada e convicta, teve início a história cheia de vitórias e conquistas do então Avahy Foot-ball Club.

Ao longo de sua história, o Avaí se transformou no time da raça. O hino do clube composto pelo ex-presidente Fernando Bastos e o músico Luiz Henrique Rosa traduz o sentimento de orgulho do torcedor, o time da ilha formosa, cheia de graça. “É povo é gente, é bola pra frente, é só coração o meu Avaí”.

O time que é o Leão da Ilha, na criação de Olímpio Silva, e que já nasceu campeão, tem um passado que não dá para esquecer. Mas como diz o nosso querido e saudoso Fernando Bastos, o Avaí tem um encontro marcado com os seus dias de glória e a ordem é vencer, vencer.

 

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