Foi na Segunda Guerra Mundial, diante de tantos feridos de guerra com diferentes gravidades, que a Medicina criou o Protocolo de Classificação de Risco no atendimento a pacientes. O modelo, que prioriza a gravidade e não a ordem de chegada, tem como foco a humanização no atendimento a pacientes que necessitam de atenção no momento em que estão mais frágeis.

Desde então, o modelo tem sido adotado na maioria das unidades de saúde, mostrando-se eficaz, eficiente e acima de tudo, humano. Seguindo essa tendência mundial de sucesso, o IMAS - Instituto Maria Schmitt tem implantado o sistema em todas as suas unidades, colhendo os bons frutos dessa decisão: além de mais humanizado, o Protocolo tem garantido um alto índice de acertos nos diagnósticos e soluções rápidas e efetivas para todos os pacientes que buscam ajuda médica nas unidades administradas pelo Instituto:

“O acolhimento com Classificação de Risco é importante para promover melhorias na organização dos serviços de emergência. Essa foi uma das primeiras ações desenvolvidas pelo IMAS no Pronto de Atendimento de Cocal do Sul 24 horas, que tem em sua filosofia o atendimento humanizado”, comenta o diretor da unidade, Leandro Fernandes.

Inaugurada há um ano, o PA - Pronto-Atendimento de Cocal do Sul, a unidade mais nova administrada pelo IMAS, era a única que ainda não havia adotado o Protocolo. Era, porque desde o dia 12 de setembro, o PA de Cocal do Sul se soma a todas as outras unidades do IMAS na implantação do Protocolo de Classificação de Risco. Desde então, pacientes que chegam à unidade são atendidos com mais agilidade, através do grau de necessidade do usuário, proporcionando atenção centrada no nível de complexidade, e não mais na ordem de chegada. O resultado tem sido um atendimento mais humanizado, com mais acertos nos diagnósticos e maior efetividade nos atendimentos de urgência e emergência.

Preparação - Para estar apto a implantar o Protocolo de Classificação de Risco, o IMAS promoveu um treinamento com todos os profissionais dos postos de atendimento de Cocal do Sul e do Hospital de Bom Jardim, que também aplica o procedimento:

“Foram mais de 30 colaboradores nesse treinamento, e mesmo de forma virtual, conseguimos abordar todos os detalhes dessa ferramenta, que prioriza os casos graves, minimizando muitos erros no acolhimento aos pacientes. A equipe das UPAS de Criciúma realiza capacitação periódica nas unidades do IMAS, visando sempre o melhor atendimento em saúde para a população”, ressalta o diretor das UPA’s Próspera e Rio Maina, em Criciúma, Fabiano Teixeira.

Além de Fabiano, ministraram o curso de capacitação para a implantação do Protocolo de Classificação de Risco as gerentes de Enfermagem das Upas de Criciúma, Katiane Albano e Patrícia Bordignon.