Uma vaquinha online está em busca de recursos para ajudar a jovem jaraguaense Karina Pescharki, de 21 anos. Há três anos ela enfrenta uma síndrome chamada de Klippel Trenaunay, que causa a perda dos movimentos das pernas com o tempo. Por não existir tratamento em Santa Catarina, ela fez um empréstimo de R$ 3,9 mil para poder viajar a São Paulo e visitar um especialista na área. O problema agora é que ela precisa pagar este empréstimo até dezembro e precisa da nossa ajuda!
Até o momento, a Vakinha Online (clique para acessar e contribuir) arrecadou R$ 350 e está com R$ 670 em boletos pendentes. O prazo estipulado para ajudar pelo site é 7 de dezembro. O telefone para contato direto com Karina é o (47) 99778-9211.
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A perda dos movimentos das pernas começou depois que Karina teve a filha Valentina, de oito meses (foto de capa). Logo depois do nascimento da pequena, os sintomas apareceram. Ela foi para São Paulo buscar um especialista e, para pagar o primeiro exame - que não tem cobertura do SUS (Sistema Único de Saúde) - ela conseguiu arrecadar R$ 5 mil com uma rifa. Já para o segundo exame, realizado em setembro, ela ganhou as passagens de avião e fez um empréstimo de R$ 3,9 mil, que agora precisa quitar.
Karina antes de começar a perder o movimento da perna direita. (Foto: Arquivo pessoal)
Karina antes de começar a perder o movimento da perna direita. (Foto: Arquivo pessoal)
Agora ela descobriu que, para não perder completamente o movimento das pernas não espalhe para o resto do corpo, é necessário fazer sessões de embolização, que consiste em injeções em uma artéria da coluna. O problema, porém, é que esse tratamento é muito caro, podendo chegar a mais de R$ 90 mil cada.

Manifestação da síndrome

Até os 11 anos de idade, a jaraguaense Karina Pescharki nunca apresentou nenhum sintoma. Tudo começou a aparecer depois que ela teve uma convulsão na escola. Desde esse momento, ela passou a tomar morfina para passar a dor, até chegar à perda dos movimentos. Com 12 anos de idade, ela chegou a fazer uma cirurgia na coluna. Por ser uma doença rara, ela não pôde receber acompanhamento médico aqui em Jaraguá do Sul e recebia apenas a recomendação de sessões de fisioterapia.
Foto de capa: arquivo pessoal