A partir deste sábado (17), no Instituto Internacional Juarez Machado, o barulho de marteladas, serras, caçambas e betoneiras dará lugar ao suave ruído de passos observadores e conversas sobre técnicas de pintura, opções estéticas e movimentos artísticos. Obras, apenas as de Juarez Machado, que enfim ganhará um espaço permanente para seus quadros em Joinville. A exposição "Dos 11 aos 77" - menção ao aniversário do pintor, ontem (16) -, uma reunião de trabalhos de várias fases de Juarez, é a maior atração das festividades de inauguração do novo pavilhão do instituto, que se junta ao primeiro, inaugurado em 2014, na missão de oferecer refúgio aos amantes da arte na cidade. Para celebrar a abertura o espaço de 460 m2, outros artistas foram chamados. A programação (gratuita) começa às 11 horas e vai até as 16 horas, com parte da rua Lages fechada para o trânsito para recebê-la. Às 12h30, se apresenta Rogério Amâncio, terapeuta ocupacional e professor de musicalização infantil, autor do CD "Vamos ser Crianças"; às 13 horas, é a vez da banda infantil da Escola Arte Maior; às 13h30, leitura de poemas por Rodrigo Domingos, Rita de Cássia Alves e Edmundo Alberto Steffen, do blog Poesias aos Ventos; Augusto Klug faz seu acústico às 14 horas, seguido da cantora Victória Cristina de França Câmara; às 15h, Joel Gehlen faz a leitura de seu romance inédito "Onde o Sol se Deita", que traz um personagem inspirado nas "Ciclistas" de Juarez Machado; e, fechando, a banda Bendito Bem mostra as canções do EP "Quiprocó" a partir das 15 horas.