Karen Cunningham de 29 anos é aluna de pós-graduação do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos. Em junho do ano passando a filha Katie nasceu e, desde então, a estudante vive uma vida agitada entre ser mãe e conciliar as tarefas como pesquisadora dentro do laboratório.

Sem creches por conta da pandemia, Katie frequentava as aulas junto com a mãe. Foi quando o professor de Karen, Troy Littleton decidiu ajudar, colocando um berço dentro de seu escritório, assim a mãe poderia ficar mais próxima da filha.

O professor deu uma entrevista ao jornal The Washington Post, onde explicou a razão de ter ajudado a aluna.

“Cuidar de crianças em qualquer profissão é um desafio, mas em ciências pode ser ainda mais desafiador”

Devido a pandemia, a equipe de laboratório não conseguiu fazer uma chá de bebê para Karen então eles e o professor resolveram ajudar comprando um berço portátil.

Em maio, quando todos já estavam vacinados e voltado ao trabalho presencial, Troy convidou Karen a deixar o berço em seu escritório, enquanto ela estivesse no laboratório, e ele próprio faria o papel de babá.

Gentileza surpreendeu a internet

O professor postou uma foto do novo escritório no Twitter, junto coma seguinte legenda:

"Minha compra favorita de novo equipamento para o laboratório - um berço portátil para colocar no meu escritório para que minha aluna de pós-graduação possa trazer sua filha de 9 meses para trabalhar quando necessário. E eu posso brincar com ela enquanto sua mãe trabalha", disse o professor no post.

Troy que não usava muito a rede social, viralizou com a postagem tento mais de 118 mil curtidas. Com tantos acessos o professor decidiu pontuar que, em sua opinião, era Karen quem merecia os elogios por conseguir equilibrar a maternidade com a vida acadêmica.

Foto: Reprodução/Twitter

"Gostaria que as pessoas pudessem localizar o verdadeiro herói aqui. É a estudante de pós-graduação, não eu. Ela é incrível para fazer tudo o que precisa com sua filha e ainda manter sua pesquisa", escreveu

Karen e o marido Steve sabem que a situação em que se encontram não é a ideal, mas é uma solução apenas temporária. Katie não é permitida em certas áreas do laboratório e nunca é deixada sozinha. Em setembro ela irá começar a frequentar uma creche, o que já vai ajudar muito o casal.