O fenômeno ‘sugar’ em SC; 10% da população utiliza plataforma de relacionamento remunerado

Foto: @R391n4/Pixabay

Por: Milena Natali

26/02/2024 - 14:02 - Atualizada em: 27/02/2024 - 08:36

O apelido sugar é utilizado para definir uma relação baseada em interesses financeiros. Em Santa Catarina, pelo menos 10% da população é cadastrada na maior rede do país que faz o intermédio desse tipo de relação.

O termo nasceu a partir do empresário Adolfo B. Spreckels (51), considerado o primeiro ‘sugar daddy’, herdeiro de uma refinaria de açúcar nos Estados Unidos.

Por isso o nome ‘sugar daddy’, em português, pode ser traduzido como ‘papai de açúcar’.

De acordo com dados da plataforma MeuPatrocínio, em todo o estado, são 777.532 usuários cadastrados na rede social, sendo:

  • Sugar Babies: 467.232;
  • Sugar Daddies: 108.157;
  • Sugar Mommies: 17.300;
  • Sugar Baby Boys: 184.842.

Atrás da Capital, o segundo lugar no ranking de cidades do estado com mais pessoas cadastradas é de Blumenau, com 33.101 e Joinville 28.092.

Em termos financeiros, segundo a rede social, a renda média de um sugar daddy de Santa Catarina é de R$ 80.245.

Já o rendimento das mulheres cadastradas na categoria sugar mommy é de R$ 67.421.

Santa Catarina aparece ocupando o 5º lugar na lista nacional.

Veja os números por cidade:

 

Florianópolis (137.296 usuários)

Sugar Babies: 85.653;
Sugar Daddies: 19.606;
Sugar Mommies: 2.641;
Sugar Baby Boys: 29.396.

 

Blumenau (33.614 usuários)

Sugar Babies: 19.361;
Sugar Daddies: 5.382;
Sugar Mommies: 783;
Sugar Baby Boys: 8.088.

 

Joinville (28.092 usuários)

Sugar Babies: 16.708;
Sugar Daddies: 3.573;
Sugar Mommies: 553;
Sugar Baby Boys: 7.258.

*Com informações do site ND Mais