Em 1925, no povoado de Nome, no Alasca, uma epidemia de difteria ameaçava matar toda a população. O lugar era muito remoto e seria praticamente impossível levar remédios aos doentes.

Eis que entram em ação os huskies siberianos puxadores de trenó que ajudaram na busca dos medicamentos e salvaram toda a cidade. Eles foram guiados por índios e habitantes da região para que chegassem ao destino e retornassem com a cura.

A história inspirou o livro "A Viagem Mais Cruel" de Gay e Laney Salisbury e também deu origem ao longa animado “Balto”.

A estátua de um huskies siberiano homenageia a bravura dos cães que salvaram o povoado do Alaska
A estátua de um huskie siberiano homenageia a bravura dos cães que salvaram o povoado do Alasca

O cachorro Balto ganhou uma estátua no Central Park, em Nova Iorque, para representar a força dos animais que ajudaram a salvar os moradores de Nome.

O feito só foi possível porque os cães da raça Husky Siberiano são altamente resistentes ao frio e conseguem suportar temperaturas de até - 60 ºC.

Fonte: Twitter/Moments