Foto Divulgação
Foto Divulgação

Segundo o jornal britânico Financial Times, uma equipe de pesquisadores descobriu uma falha de segurança no WhatsApp que foi utilizada por uma empresa de vigilância cibernética de Israel para conseguir informações sigilosas dos usuários.

O spyware (código ou programa espião) permitia o acesso aos dados de qualquer um dos 1,5 mil milhão de usuários em aparelhos iOS e Android. O software malicioso pode ativar a câmera e o microfone do dispositivo, além de coletar e-mails, SMS e dados de localização.

Segundo a empresa responsável pelo programa, essas informações ajudariam as agências de segurança pública a combater o terrorismo e o crime. No entanto, há indícios de que ele foi usado mais de uma vez com más intenções para a perseguição de inimigos políticos.

Como se proteger

O WhatsApp reconheceu a brecha de segurança e emitiu um comunicado incentivando os usuários a atualização o aplicativo para uma versão mais recente.

"O WhatsApp incentiva as pessoas a atualizarem para a versão mais recente de nosso aplicativo, bem como manter seu sistema operacional atualizado, para proteger contra possíveis ataques direcionados a comprometer informações armazenadas em dispositivos móveis", disse um porta-voz da empresa nesta terça-feira (14).

Para realizar a atualização, visite a loja de aplicativos do seu aparelho e procure pelo WhatsApp. O botão de atualização vai aparecer se a nova versão do programa já estiver disponível.

 

Quer receber as notícias no WhatsApp?