Não se engane: o açúcar pode ter 20 “nomes” diferentes

Não se engane: o açúcar pode ter 20 “nomes” diferentes Não se engane: o açúcar pode ter 20 “nomes” diferentes

Entretenimento

Por: Gabriela Bubniak

quinta-feira, 02:53 - 16/06/2016

Gabriela Bubniak
Com o objetivo de alertar os consumidores sobre os perigos do excesso de açúcar, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) lançou um material informativo intitulado como “Especial Açúcar que você não vê”. Uma das formas mais comuns de se orientar sobre a presença do açúcar nos produtos é verificar a lista de ingredientes que compõem o alimento. O Idec orienta prestar a atenção nas denominações presentes nos rótulos. O açúcar pode ser mencionado de diferentes formas. Conheça os nomes utilizados: – glucose de milho – lactose – xarope de malte – glicose – frutose – néctares – açúcar cristal – sacarose – açúcar invertido – açúcar de confeiteiro – açúcar mascavo – açúcar bruto – mel – açúcar branco/refinado – melaço/melado – caldo de cana – dextrose – maltose e xarope de milho – xarope de malte – maltodextrina Surpreendido? Agora, o mais importante é ter o conhecimento sobre as diferentes denominações do açúcar e precaver o consumo exagerado. Outro alerta importante do Idec é relacionado à tabela nutricional. No Brasil ainda não é obrigatória a informação referente ao açúcar, que é incluso na tabela como carboidrato. Seja lactose, dextrose, mascavo ou invertido, pessoas que consomem açúcar em excesso tendem a desenvolver as chamadas doenças crônicas não transmissíveis (DCNT). Estas enfermidades constituem um dos maiores problemas de saúde pública nos dias de hoje e elevam o número de mortes prematuras ou perda de qualidade de vida. Veja como o açúcar é retido pelo organismo e as consequências:
Fígado – Armazena glicose, e o excesso retido é transformado em gordura. A reserva de gordura causa ganho de peso. Pâncreas – libera insulina, que auxilia a entrada de glicose nas células. Insulina em excesso favorece o ganho de peso. Dentes – Bactérias se alimentam de açúcar e produzem ácido que destrói os dentes, provocando cáries. Cérebro – Na presença do açúcar, deflagra sinais nervosos e libera serotonina, considerada um “boom” de prazer e que causa dependência.
Uma dica importante é reduzir aos poucos a quantidade de açúcar na alimentação para que o paladar se adapte a esta redução. No entanto, é preciso tomar cuidado com os adoçantes. O Especial do Idec traz ainda orientações práticas com base nos direitos dos consumidores à informação clara e correta. Fonte: Gazeta do Povo Foto: Reprodução/Gazeta do Povo
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