Buscando a redução do consumo de energia e o também do impacto ambiental causado pelas lampadas comuns, o Parque Malwee concluiu a substituição de 1.579 lâmpadas fluorescentes por equipamentos com a tecnologia LED (Light Emitting Diode) em toda a sua área externa.

Ao contrário das lâmpadas fluorescentes, as LEDs não possuem mercúrio em sua composição e emitem menos CO², que é um dos principais gases responsáveis pelo aquecimento global. Segundo estudos, a substituição trará redução de 63% na emissão de CO².

“Essa é uma lâmpada fria, que não aquece os ambientes, gerando maior conforto térmico. Além disso, a vida útil do LED é de aproximadamente 50 mil horas, enquanto uma lâmpada fluorescente não ultrapassa a barreira de 10 mil horas”, explica Taise Beduschi, gestora de sustentabilidade do Grupo Malwee.

Projeto ousado

A troca das lâmpadas do Parque Malwee é a primeira fase de um projeto que prevê a adoção de energia sustentável em todas as quatro unidades fabris da companhia: três em Santa Catarina (nas cidades de Jaraguá do Sul e Pomerode), e uma no Ceará, na cidade de Pacajus.

Até então, apenas o escritório corporativo em São Paulo possuía iluminação ecoeficiente, seguindo os critérios de certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), atribuída a empreendimentos sustentáveis.

Segundo a companhia, a previsão é de que, até julho, todas as fábricas estejam operando com iluminação LED. Ao todo, mais de 30 mil lâmpadas serão substituídas em áreas administrativas, de produção e ambientes externos.

Essa iniciativa faz parte do compromisso público do Grupo Malwee de preservar o meio ambiente e reduzir os impactos ambientais gerados pelas suas atividades. “Até 2020, nossa meta é reduzir em 40% as emissões de Gases de Efeito Estufa que resultam da utilização de combustíveis, do consumo de energia elétrica e de processos de tratamento de resíduos e efluentes”, reforça Taise.

Com informações de assessoria de imprensa.

 

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