O maior festival-escola de música da América Latina está em contagem regressiva para mais uma edição. Faltando menos de seis meses para o 15º Femusc, é chegado o momento de abrir as inscrições para alunos dos quatro cantos do globo que aguardam a oportunidade de estudar e tocar ao lado de alguns dos principais nomes da música mundial.

Com 480 vagas, o festival inicia o concorrido processo seletivo no dia 1º de julho. Dessa vez, além oferecer mais de 20 classes voltadas ao universo erudito, o evento também abraça a música popular com um novo programa.

“Ele vem preencher uma lacuna natural que torna o Femusc inteiro mais integral, verdadeiro e brasileiro. Agora, ele representa a maneira como o Brasil se expressa com a música”, destaca o diretor-artístico, Alex Klein.

O Programa Música Popular do Femusc conta com 35 vagas distribuídas em turmas de piano e teclados, violão, guitarra e cordas dedilhadas, bateria e percussão, canto e expressão corporal, baixo acústico e elétrico, saxofone e flauta.

“O foco é o ritmo da música brasileira. Então, vamos trabalhar frevo, baião, chorinho, bossa nova e samba”, explica o coordenador Marcelo Ghelfi.

Para isso, o festival conta com novos professores focados no ensino da música popular, que se juntam ao já reconhecido corpo docente erudito.

Ao todo, são quase 45 profissionais que desembarcam em Jaraguá do Sul, para, durante duas semanas, oferecer aos alunos aprendizados que envolvem não só a prática instrumental, como também a vivência musical, cultural e social.

Na 15ª edição, que acontece de 19 de janeiro a 1 de fevereiro de 2020, o Femusc terá, além das aulas diárias, apresentações que, novamente, vão tomar conta não só do Centro Cultural Scar, mas de toda a cidade e região.

Conforme Klein, o festival terá novidades como a Orquestra Jazz Sinfônica, o Collegium Femusc, ou seja, uma orquestra e coral barrocos, e uma Big Band. A elas, somam-se ainda a aguardada ópera, a consagrada Orquestra sem Maestro e as sempre surpreendentes orquestras Sinfônica e de Professores.

No repertório, estarão obras como La Traviata, de Giuseppe Verdi, a 9ª Sinfonia, de Beethoven, a 2ª Serenata, de Johannes Brahms, e o Concerto para Oboé e Pequena Orquestra, de Richard Strauss.

Nesta, o solista será o diretor-artístico do Femusc, que, em 2001, ganhou o único Prêmio Grammy brasileiro na Música Clássica com a gravação da mesma obra, na época, executada pela Orquestra Sinfônica de Chicago, sob direção de Daniel Barenboim.

Com informações da assessoria de imprensa

 

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