Se alguma vez você já passou o número do seu CPF em alguma farmácia, saiba que isso pode acabar causando complicações.

O Ministério Público do Distrito Federal iniciou uma investigação para apurar se redes de farmácias do país estão repassando ou vendendo dados sigilosos de clientes, após exigir o CPF deles em troca de desconto.

A suspeita é de que a lista de compra de cada consumidor esteja sendo divulgada para empresas de planos de saúde e de análise de crédito, em uma espécie de mercado paralelo.

-

https://poracaso.com/criadouros-clandestinos-dicas-para-comprar-um-pet-de-forma-consciente/
-

Em mãos erradas, isso poderia trazer como consequência um contrato mais caro no plano de saúde ou até mesmo a recusa do empréstimo tão sonhado.

Com as agências de análise de crédito, aquelas que dizem se o indivíduo é um bom pagador ou tem nome sujo na praça, o sistema é parecido.

Como o combo “CPF+desconto” é uma prática percebida em todo o país, o MP pretende enviar já na próxima semana essa lista para as dez maiores redes farmacêuticas do Brasil.

Elas terão um prazo de dez dias para responder, por escrito. Por ser uma requisição oficial, não há possibilidade de negar esclarecimentos.

A investigação começou em janeiro deste ano.

LEIA MAIS:

https://poracaso.com/nao-perca-acao-comunitaria-do-samae-acontece-neste-sabado-24/