O Cinema Central, depois de exibir “Casanova” - que não teve grande público em razão da presença do Circo Romano em Jaraguá do Sul -, anunciava “O Corcunda de Notre Dame”. A produção, que estreou em 1923, trazia Lon Chaney no papel de Quasimodo. Foi a primeira de muitas adaptações cinematográficas do clássico de Victor Hugo. A produção da era silenciosa conta a história de Quasimodo, o tocador de sino da Catedral de Notre Dame, desafortunadamente deformado. Ele se apaixona por Esmeralda, uma jovem e bela dançarina cigana, logo depois que ela lhe deu água quando ele estava apanhando em praça pública. Mas o gesto fora apenas por comiseração. Ainda assim, Esmeralda mais tarde é acusada de trair e esfaquear seu amado. Por isso ela é torturada e sentenciada à morte. Quasimodo é quem vai resgatá-la nas escadarias de Notre Dame. Por aqui, a exibição do filme ocorreu em março de 1929, conforme nota no OCP.

Dia 23

  • Hoje é Dia Mundial da Meteorologia. A data celebra a técnica responsável por analisar e prever as variações climáticas da Terra. A partir do recolhimento de informações sobre a umidade do ar, pressão atmosférica, temperatura do ar, volume de chuva, entre outras, os meteorologistas, profissionais formados no curso de ensino superior em meteorologia, conseguem traçar uma previsão da condição do clima para determinada região.

A cerveja e as laranjas produzidas em Hansa

Nota publicada no OCP em 1929 | Foto Arquivo/OCP
Em março de 1929, o OCP destacava o pleno desenvolvimento de Hansa, com comércio a pleno vapor e exportação calculada. O texto dizia que “agora mesmo a firma Wultf & Cia cogita aumentar o seu estabelecimento fabril. O capital foi aumentando e encomendadas as máquinas necessárias à fabricação de cerveja de baixa fermentação. Hansa poderá assim, com um produto bom, entrar em concorrência nas praças do Norte do Estado”. Outro fato apontado na matéria dizia respeito à exportação de frutas, notadamente laranjas e uvas. “As laranjas de Hansa têm nome”, evidenciava.