Há 15 anos, desde junho de 2003, quando foi desenvolvido o primeiro módulo de cadastro eletrônico de contribuintes, o SAT (Sistema de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda) vem trabalhando para facilitar a gestão fiscal e financeira do Estado e o acesso dos cidadãos aos serviços de ordem tributária, diminuindo o caminho dos recursos públicos desde o fato gerador dos tributos até a entrada no erário estadual.

Com a aprovação pela Assembleia Legislativa do projeto do Profisco II, do financiamento de R$ 50 milhões com o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), a estrutura do SAT será ampliada e modernizada.

De acordo com o auditor fiscal Omar Afif Alemsan, coordenador geral do SAT do Profisco, os recursos do BID (R$ 10 milhões este ano e R$ 20 milhões em 2019 e 2020) serão utilizados no desenvolvimento de mais aplicativos para uso em equipamentos móveis, na atualização do parque de máquinas e na ampliação do Datacenter da Secretaria da Fazenda (hardwares e softwares), na evolução do Portal da Transparência, na criação do modelo de gestão de riscos, na melhoria da gestão do patrimônio estadual e no desenvolvimento de um sistema de compras mais efetivo.

“É um passo adiante na busca de um governo digital que facilite a vida do cidadão. No mundo de hoje, todo mundo utiliza o celular para tudo”, diz Afif.

Segundo ele, com o desenvolvimento de aplicativos para uso em dispositivos móveis, será possível fazer consulta de documentos fiscais, emitir nota fiscal avulsa e nota fiscal de produtos e fazer o lançamento, neste segundo semestre de 2018, do novo módulo de fiscalização da Secretaria da Fazenda, que eliminará o uso de papel nos processos com os documentos e anexos eletrônicos.

Atualmente, cerca de 60 pessoas trabalham no Sistema de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda de SC, dos quais um terço são auditores fiscais e analistas fazendários, um terço são funcionários do Ciasc (Centro de Informática e Automação do Estado) e um terço de programadores e desenvolvedores de sistema, em sua maioria terceirizados.

 

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