Para acelerar a formação de desenvolvedores de software, uma demanda urgente do setor de tecnologia da informação, a Faculdade Senai Florianópolis, em parceria com a Softplan e apoio da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), lança nesta segunda (19) o projeto DEVinHouse que tem o objetivo de preparar profissionais em nove meses. A falta de profissionais qualificados para o setor de tecnologia é uma realidade enfrentada em todo o Brasil. Mesmo em meio a crise econômica, sobram vagas no setor.

Evitar déficit

De acordo com Iomani Engelmann, presidente da Acate, associação formada por 1,4 mil empresas de tecnologia, estudos mostram que “se não ampliarmos a formação, teremos um déficit de 100 mil profissionais de perfil tecnológico nos próximo quatro anos. Ou seja, no atual ritmo de formação, teremos muitas vagas de desenvolvedores não preenchidas”, o que reforça a importância de iniciativas para suprir essa demanda.

Os interessados em participar do projeto poderão usufruir de bolsas de estudo que subsidiam 70% do valor do curso. A primeira turma terá 40 vagas e pelo menos dez alunos poderão ser contratados pela Softplan a partir do sexto mês de estudos. O curso se inicia no dia 16 de novembro.

 

Quer participar do processo seletivo? Inscreva-se aqui até o dia 10 de novembro.

 

“O Senai é um dos maiores formadores de desenvolvedores no campo da TI do Brasil e a maior escola profissionalizante da América Latina. Começar a carreira no mundo do desenvolvimento de software, um mercado que não para de crescer, é promissor. Além das bolsas de estudo, o projeto oferece a possibilidade de iniciar a carreira em uma das maiores empresas desenvolvedoras de software do Brasil”, destaca o diretor de educação e tecnologia da Fiesc, Fabrizio Machado Pereira.

Moacir Marafon, Diretor Executivo da Softplan e vice-presidente de Talentos da ACATE, destaca que a estratégia é acelerar o processo de formação de mão de obra qualificada para o setor. “O objetivo é formar um desenvolvedor full stack em nove meses. Vamos inclusive oferecer dez vagas aos alunos dessa turma. Ou seja, a partir do sexto mês ele poderá ser um profissional Softplan”, destaca.

Esta será a primeira edição do projeto, que futuramente poderá se tornar um programa da ACATE, desenvolvido sob demanda de acordo com as necessidades de formação de profissionais das empresas apoiadoras.

 

 

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