A terceira edição da "Semana Brasil", proposta do governo federal para uma "Black Friday" brasileira, acontecerá de 3 a 13 de setembro com o objetivo de unir o poder público e a iniciativa privada para movimentar a economia, gerar oportunidades para quem produz e para quem consome e, principalmente, aumentar o sentimento de brasilidade. A edição deste ano tem tudo para ser maior do que as anteriores, e os varejistas devem levar em conta que os consumidores estão mais pragmáticos, realizando compras com mais consciência.

Coordenada pelo IDV - Instituto para Desenvolvimento do Varejo, ACSP - Associação Comercial de São Paulo e SECOM - Secretaria Especial de Comunicação Social do Governo Federal, a Semana Brasil tem o apoio de diversas entidades e unirá todos os setores econômicos e concorrentes, levando vantagens reais aos consumidores para estimular o consumo. Todo o varejo se uniu, por meio de suas entidades, para realizar o evento deste ano, amplificando o seu alcance e dando condições para que pequenas e médias empresas também possam se engajar e tirar proveito desta retomada.

A crise ocasionada pela pandemia da covid-19 gerou enorme impacto em todos os setores da economia brasileira, e fatores econômicos e sociais modificaram profundamente a relação com o consumo, tornando-o mais racional e menos emocional. “As pessoas estão mobilizadas para salvar negócios e empregos, alguns indicadores têm mostrado uma reação da economia e há uma demanda reprimida”, explica Marcelo Silva, presidente do IDV.

Nas duas edições anteriores houve o engajamento de todos os setores do varejo, comércio e serviços, e os consumidores tiveram benefícios reais. “Estamos mobilizando todo o varejo para buscar as melhores formas de viabilizar as ações promocionais. Esta é uma ação totalmente suprapartidária, que trará benefícios para a economia do país como um todo”, comenta Marcelo Silva.

A terceira edição da Semana Brasil acontecerá de 3 a 13 de setembro com o objetivo de unir o poder público e a iniciativa privada para movimentar a economia, gerar oportunidades para quem produz e para quem consome e, principalmente, aumentar o sentimento de brasilidade. A edição deste ano tem tudo para ser maior do que as anteriores, e os varejistas devem levar em conta que os consumidores estão mais pragmáticos, realizando compras com mais consciência.

Coordenada pelo IDV - Instituto para Desenvolvimento do Varejo, ACSP - Associação Comercial de São Paulo e SECOM - Secretaria Especial de Comunicação Social do Governo Federal, a Semana Brasil tem o apoio de diversas entidades e unirá todos os setores econômicos e concorrentes, levando vantagens reais aos consumidores para estimular o consumo. Todo o varejo se uniu, por meio de suas entidades, para realizar o evento deste ano, amplificando o seu alcance e dando condições para que pequenas e médias empresas também possam se engajar e tirar proveito desta retomada.

A crise ocasionada pela pandemia da covid-19 gerou enorme impacto em todos os setores da economia brasileira, e fatores econômicos e sociais modificaram profundamente a relação com o consumo, tornando-o mais racional e menos emocional. “As pessoas estão mobilizadas para salvar negócios e empregos, alguns indicadores têm mostrado uma reação da economia e há uma demanda reprimida”, explica Marcelo Silva, presidente do IDV.

Nas duas edições anteriores houve o engajamento de todos os setores do varejo, comércio e serviços, e os consumidores tiveram benefícios reais. “Estamos mobilizando todo o varejo para buscar as melhores formas de viabilizar as ações promocionais. Esta é uma ação totalmente suprapartidária, que trará benefícios para a economia do país como um todo”, comenta Marcelo Silva.