Santa Catarina segue com a menor taxa de desemprego do país, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): 5,8%, contra 14,1% no acumulado nacional.

O estado também tem a maior taxa de empregados com carteira assinada, 90,9% da mão de obra catarinense no setor privado tem registro em carteira, segundo o IBGE.

A taxa de informalidade para o Brasil foi de 40,6% da população ocupada. As maiores taxas foram do Pará e do Maranhã, ambos com 60,5%, e as menores, de Santa Catarina (26,9%) e Distrito Federal (30,7%).

No Brasil, o rendimento médio real mensal, habitualmente recebido pela população ocupada com rendimento, foi de R$ 2.515; Em Santa Catarina, é de R$ 2.841, segundo a última atualização do IBGE. Ressaltando que trata-se de uma média - e não um nível base.

O estado também conta com o menor percentual de desalentados no país: 0,9%. Quase 22 vezes menos que o estado com o pior resultado neste sentido, o Maranhão: lá, 19,7% da população está desalentada: sem emprego e sem ânimo para procurar um emprego.

Os indicadores acompanham os dados do Ministério da Economia, apontando que apenas 3,7% dos municípios catarinenses tiveram perda de empregos no acumulado do ano. Em números gerais, 284 cidades catarinenses registraram mais contratações do que demissões entre agosto do ano passado e julho deste ano, ao passo que apenas onze municípios tiveram saldo negativo.

“A população fora da força de trabalho subiu muito no ano passado e continua alta, num nível ainda bem mais elevado do que no período pré-pandemia. No trimestre houve uma queda de 1,6 milhão de pessoas fora da força de trabalho. Na comparação anual, depois de cinco trimestres com expansão consecutiva dessa população, houve a redução”.

Ela destaca que a comparação anual é com o segundo trimestre de 2020, quando se começou a sentir os efeitos mais fortes da pandemia e a população fora da força de trabalho cresceu bastante. Pelo lado contrário, a população na força de trabalho teve uma expansão de 1,8% no segundo trimestre e chegou a 102 milhões de pessoas. Na comparação anual, o crescimento foi de 6,3%, após quatro trimestres de retração.

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