O presidente da Associação Empresarial de Jaraguá do Sul (Acijs), Anselmo Ramos, avalia que em 2020 a balança comercial brasileira deverá experimentar um superávit (diferença entre exportações/importações) na ordem de US$ 26 bilhões, o que representaria uma contração de 42,2% em relação a 2019.

Na avaliação do empresário, o crescimento do mercado interno é um fator positivo que poderá estimular as importações na ordem de 6% a 7% no ano.

Em contrapartida, diz, as exportações atualmente lastreadas em commodities agrícolas e minerais, que estão sendo afetadas diretamente pela queda de braço entre Estados Unidos e China, atingindo notadamente a soja brasileira.

"Somente a partir de 2021 deverá ser sentida a virada desse cenário, pois estaremos tendo um ambiente mais favorável às exportações promovida pelos efeitos das reformas que estamos experimentando e vêm sendo implementadas", comenta Ramos.

Ele entende que os efeitos das reformas previdenciária, trabalhista, administrativa e tributária, aliadas ao Acordo de Facilitação do Comércio, se refletirão na redução de custos e acesso a novos mercados dos produtos manufaturados Made In Brazil.

 

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