Até o mês de junho, segundo os dados de emplacamento do Departamento Estadual de Trânsito de Santa Catarina (Detran-SC), a frota jaraguaense de automóveis aumentou em 715 veículos, totalizando 70.785 carros emplacados na cidade.

Os números também incluem a retirada de veículos em circulação, por isso não representam a totalidade de carros vendidos no período.

O aumento da frota ficou 45,2% acima do registrado no mesmo período de 2017. Entre janeiro e junho do ano passado, passaram a circular nas ruas do município 492 carros. Nesse primeiro semestre foram cerca de 220 veículos a mais.

A frota total cresceu em 1,4 mil veículos em 2018, passando de 115.437 ara 116.837. O incremento representa um incremento de 31%.

Emplacamento de motocicletas caiu

Analisando somente o segmento de motocicletas, no  entanto, o movimento foi inverso: o primeiro semestre de 2017 registrou o emplacamento de 83 motocicletas, contra 19 nos seis primeiros meses de  2018.

A queda na procura por esse tipo de meio de transporte no período foi de quase 80%. Ao todo, o município tem 17.136 motocicletas emplacadas.

Outro segmento que demonstrou queda foi o de caminhonetes: foram 59 novos emplacamentos desse tipo de veículo em Jaraguá do Sul nos primeiros seis meses de 2018, contra 139 nos primeiros seis meses de 2017. A cidade conta com um total de 6.380 caminhonetes.

Segundo Elton Artur Zenke, coordenador do núcleo das concessionárias da Associação Empresarial de Jaraguá do Sul (Acijs) e representante da Peugeot no município, as vendas têm demonstrado recuperação desde o segundo semestre do ano passado e a marca teve resultados mais positivos no primeiro semestre de 2018.

O núcleo fará reunião esta semana para avaliar as vendas do primeiro semestre do ano entre os associados.

A nível nacional, as vendas de veículos aumentaram 14,47% no primeiro semestre do ano comparado com o mesmo período de 2017, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

O setor comercializou 1.166.663 unidades de veículos novos de janeiro a junho, mesmo com os efeitos da greve dos caminhoneiros em maio, quando houve problemas no fornecimento de peças e na entrega dos veículos prontos para concessionárias.

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