Operando com uma queda expressiva ao longo do dia, chegando a se aproximar da linha dos 105 mil pontos, o principal indicador de performance da Bolsa de Valores brasileira, o Ibovespa, recuperou parte da perfomance no fim da tarde, encerrando o dia em 111.095 pontos e queda de 0,4%, mantendo-se na beira dos 110 mil pontos.

O dia também viu a confirmação da queda do PIB nacional em 2020: 4,1%.

Na sequência da notícia pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o ibovespa chegou a cair mais de 3%, antes do mercado ser tranquilizado pela declaração do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta quarta que Senado e Câmara votarão propostas de emenda constitcional (PECs) respeitando o teto de gastos.

O parlamentar do PP descartou possibilidade de o Congresso votar proposta para deixar o Bolsa Família fora do teto de gastos.

A cotação do dólar demonstrou performance similar, subindo ao longo do dia antes de entrar em queda acentuada no fim da tarde, fechando com queda de 0,03%, a R$ 5,64.

No entanto, a principal estatal do país, a Petrobras, segue com a queda vertiginosa que apresenta desde a interferência presidencial na petroleira, no fim de fevereiro, com a indicação do general Joaquim Silva e Luna ao comando da Petrobras para o lugar de Roberto Castello Branco, que tem mandato até 20 de março.

Na quarta-feira, os papéis da empresa caíram 4,88% até o fechamento desta matéria a R$ 20,96 - Quase R$ 9 a menos que na quarta-feira, dia 17 fevereiro, o dia que antecedeu as declarações de Bolsonaro de que "algo aconteceria na Petrobras" e que deflagraram a atual crise da estatal.

A empresa já perdeu mais de 29% de seu valor de mercado - pouco mais de R$ 111 bilhões. Apenas nessa quarta-feira, a perda foi de R$ 14 bilhões.

Quatro membros do conselho de administração da Petrobras informaram nesta terça-feira (2) que não vão aceitar a recondução ao cargo na próxima assembleia geral extraordinária da estatal.

As informações são do G1.