A Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) projeta que o Moinho Joinville receba 3 mil pessoas por dia em atendimento em serviços de educação, saúde e tecnologia e inovação.

A proposta de aproveitamento da estrutura, adquirida em 2019, foi discutida na manhã desta quarta-feira (20) com autoridades municipais e lideranças empresariais, em reunião realizada no Instituto da Indústria.

A intenção da Fiesc é instalar inicialmente serviços educacionais do Sesi e do Senai, do ensino fundamental (a partir dos seis anos de idade) até a pós-graduação.

"É uma área histórica importante para a cidade. Não poderíamos fazer uma intervenção sem ouvir a sociedade na questão urbanística ", afirmou o presidente da Fiesc, Mario Cezar de Aguiar.

O prédio, construído em 1913 e tem 19,7 mil metros quadrados. Em 1851, o local foi o ponto de desembarque dos imigrantes fundadores de Joinville, tornando-se, depois, o Porto Cachoeira.

Para o prefeito Udo Döhler, a decisão da compra foi correta. "a Fiesc tomou uma decisão oportuna de instalar equipamentos voltados à educação e à saúde para atender a indústria e faz isso conversando com a sociedade", disse.

Os investimentos e a ocupação serão gradativos, dentro da política de ampliação da oferta de serviços da federação na cidade.

A partir de 2020, segundo a federação, iniciam as turmas de educação infantil, no bairro Guanabara. A unidade Moinho receberá o ensino fundamental, começando pelos anos iniciais.

Para o diretor regional do Senai/SC, Fabrizio Machado Pereira, a educação é a única forma de transformar a sociedade.

“A educação é base também para uma indústria forte e sustentável e prepara pessoas e organizações para a nova economia", finalizou.

 

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