Pelo menos 135 cidades catarinenses foram afetadas pelas fortes rajadas de vento, que chegaram a 134 km/h, provocadas pela passagem de ciclone extratropical em Santa Catarina. O Governo decretou estado de calamidade pública na manhã desta quinta-feira (2).

A Fecomércio SC reforça a necessidade de liberação emergencial do FGTS em decorrência do desastre natural. A situação prevê saque imediato em valores superiores se houver reconhecimento por parte do Governo Federal – inclusive para o Rio Grande do Sul, que também foi gravemente atingido.

“A liberação imeditada de FGTS é essencial para as cidades, empresas e famílias afetadas. O repasse de recursos pode auxiliar na reconstrução e recuperação dos prejuízos materiais”, afirma o presidente da Fecomércio SC, Bruno Breithaupt. De acordo com boletim da Defesa Civil, mais de duas mil casas foram danificadas no estado.

Na noite de quarta-feira (1), a Fecomércio SC enviou ofício ao Governador Carlos Moisés solicitando a decretação de calamidade com urgência, além da postergação do pagamento de ICMS dos meses de junho, julho, agosto e setembro às empresas do comércio de bens, serviços, turismo, transporte, agricultura e às indústrias em geral, para que os empresários possam ter um incentivo para reforma e retomada das atividades.

A entidade também defende ampliação de crédito emergencial pelo BADESC e o BRDE para capital de giro ou reforma de estabelecimentos. O Conselho das Federações Empresariais de Santa Catarina (COFEM) encaminhou manifestação conjunta ao governador endossando as sugestão da Fecomércio SC.

 

Receba as notícias do OCP no seu aplicativo de mensagens favorito:

WhatsApp

Telegram Jaraguá do Sul