Passados 20 anos desde a publicação do Código Civil que permitiu aos noivos adotarem o sobrenome do outro, o número de mulheres que passaram a incluir o sobrenome do marido no casamento caiu em quase 25% e hoje, menos de metade das noivas opta pelo sobrenome do marido.

Segundo informações da IstoÉ, em 2002, as mulheres que incluíam o sobrenome representavam 59,2% das envolvidas nos matrimônios. De 2002 a 2010 a média de mulheres que optaram por isso foi de 52,5%. E entre 2011 a 2020 o percentual caiu para 45%.