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Depois de chegar ao pior patamar da série histórica em abril de 2020, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) registrou uma série de altas e chegou a 61,6 pontos em setembro, 4,6 pontos percentuais maior que agosto.

O indicador é medido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Mesmo depois de cinco altas consecutivas o indicador está 3,1 pontos abaixo do registrado no mês imediatamente anterior à pandemia do novo coronavírus, em fevereiro (64,7 pontos).

O indicador vai de 0 a 100 pontos, com 50 indicando a neutralidade.

“O clima de otimismo está mais elevado e disseminado entre os empresários da indústria brasileira. Com o aumento da confiança, a indústria deve voltar a contratar trabalhadores e a investir, estimulando o processo de retomada da economia”, destaca o relatório técnico do estudo. De uma maneira geral, os empresários percebem que a economia está se recuperando.

O ICEI é composto pelo Índice de Condições Atuais e o Índice de Expectativas. Os dois indicadores registraram aumento.

Com um aumento de 7,8 pontos frente a agosto, o Índice de Condições Atuais alcançou 54,7 pontos em setembro.

Ao ultrapassar a linha divisória dos 50 pontos, o índice reflete a percepção de que a situação econômica, sobretudo em relação ao seu próprio negócio, está melhor na comparação com os últimos seis meses. Nos últimos cinco meses, a avaliação era negativa.

O Índice de Expectativas aumentou 3 pontos na comparação com agosto, para 65,1 pontos em setembro. O novo patamar retrata expectativas mais otimistas e mais disseminadas por entre os empresários industriais quanto aos próximos seis meses.

Desde maio, o índice vem mostrando recuperação, e desde julho ele tem se mantido acima da linha divisória de 50 pontos, que separa otimismo de pessimismo.

 

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