Segundo informações do jornal Valor Econômico, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) devem firmar nesta quinta-feira (12) um convênio com a WEG para que os testes de aplicações 5G na fábrica de máquinas e equipamentos elétricos da empresa jaraguaense sirvam de base para aperfeiçoar a regulação das redes privativas.

A WEG deve servir como um laboratório, testando a rede 5G em paralelo com uma rede convencional de uma operadora.

Dentro do 5G, serão avaliadas duas radiofrequências: uma abaixo de 6 gigahertz (GHz) e outra mais alta, entre 27,5 GHz e 27,9 GHz. Para isso, um instituto de pesquisa independente fará as comparações.

Estes destes serão feitos dentro dos critérios da Third Generation Partnership Project (3GPP), organização internacional responsável por certificações de 5G.

Os avanços propostos para a indústria 4.0 deverão constar da próxima publicação da 3GPP, em 2021.

O 5G conta com uma latência menor do que a registrada em redes 4G - o atraso entre o envio de um comando por um componente da rede e a resposta por outro. Com a nova tecnologia, a resposta é praticamente instantânea.

No começo de outubro, a WEG comprou 51% da V2COM, empresa especializada em IoT (Internet of Things) e soluções de telemedição para sistemas de energia elétrica e Smart Grid, incluindo redes 5G.

 

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