Jaraguá do Sul registra de janeiro a agosto deste ano um total de US$ 389,37 milhões em exportações, com alta de 3,15% em comparação com o mesmo período do ano passado, e de US$ 247,82 milhões em importações, alta de 10,9% em comparação com os oito primeiros meses de 2018.

Apenas em agosto, o município registra uma alta de 25,09% nas exportações em comparação com o mesmo mês do ano passado: são US$ 48,858 milhões em agosto de 2019, contra US$ 39,07 milhões em agosto passado.

Nas importações para o mesmo mês, o município registra queda de 9%: são US$ 31,27 milhões em produtos estrangeiros que entraram em Jaraguá do Sul em agosto de 2019, contra US$ 34,35 milhões em agosto passado.

Arte Studio OCP News

O município segue com saldo positivo de US$ 141,55 milhões, queda de 8,3% em comparação com o superávit do ano passado, de US$ 154,03 milhões.

Jaraguá do Sul responde por 5,6% de todas as exportações de Santa Catarina no período, ocupando a 3ª posição entre os maiores exportadores do Estado, atrás apenas de Itajaí (US$ 2,37 bilhões) e Joinville (US$ 706,86 milhões).

Principais parceiros: vendas para os EUA, compras da China

O município se vê imerso em meio a uma das principais tensões internacionais dos anos recentes, entre EUA e China. Enquanto os dois gigantes da geopolítica se degladiam em tensões comerciais, Jaraguá do Sul se vê com os EUA como seu principal cliente - com 23% das exportações, em US$ 90,88 milhões, se dirigindo ao país norte-americano - e com a China como seu principal fornecedor, respondendo por 31% das importações, em US$ 78,06 milhões.

Além dos dois atores em conflito, Jaraguá do Sul mantém fortes relações comerciais com países do bloco Europeu, particularmente com a Alemanha, que marca presença como o segundo maior cliente de Jaraguá, com 8,8% das exportações, e o segundo maior fornecedor do município, com 7,7% das importações

Também expressiva é a participação dos países vizinhos na América Latina: dentre os blocos comerciais, a América do Sul figura como o terceiro maior bloco tanto em exportações (com US$ 84,85 milhões) quanto em importações (US$ 32,91 milhões), em ambos os casos lideradas no bloco pela argentina.

 

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