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Veja como distinguir uma nota verdadeira de uma falsa

Reprodução/BC

Por: Pedro Leal

22/08/2022 - 09:08

Se deparar com uma nota falsa é uma preocupação real, tanto para o comércio quanto para os seus clientes. Pensando nessa realidade, o Banco Central do Brasil elaborou seis dicas para ajudar a identificar se uma nota é verdadeira ou falsa.

As dicas passam por elementos gráficos e físicos da célula, como uma marca d’água e um relevo em partes específicas.

Confira os passos demonstrados pelo BC:

  • Marca d’água: a dica é colocar a nota contra a luz. Na parte clara, que fica no meio, vão surgir, bem fraquinhas, as imagens do número e do animal representante daquela cédula.
  • Fio de segurança: há uma linha que cruza as notas de R$ 10, R$ 20, R$ 50 e R$ 100 na vertical. Ela é escura, mas só fica visível contra a luz. Se você colocar uma luz bem pertinho da nota, vai ver o valor e a palavra “reais”.
  • Quebra-cabeças: há uma quebra-cabeças na frente da nota. Quando colocada contra a luz, o número equivalente ao valor aparece dentro desse retângulo.
  • Alto relevo: algumas partes da nota têm alto relevo, como a legenda “República Federativa do Brasil”, as laterais e os números.
  • Número escondido: tem um jeito bem menos convencional de checar. Na lateral direta, se você colocar a nota na horizontal, na altura do olho, vai ver surgir o valor.
  • Por último, sob luz fluorescente, o número de série da nota fica amarelo.

Algumas notas possuem sistemas diferentes.

As de R$ 50 e R$ 100 possuem uma faixa holográfica na lateral esquerda. Quando você movimenta a nota, consegue ver o valor e a palavra reais alternando. Já nas de R$ 10, R$ 20 e R$ 200, o número muda de cor.

Quem receber uma nota falsa deve procurar a Polícia Militar ou a Polícia Federal. Colocar em circulação, adquirir ou guardar nota falsa é crime, conforme o artigo 289 do Código Penal, e pode dar de três a 12 anos de prisão, além de multa.

A pessoa suspeita é encaminhada à Polícia Federal, onde o delegado vai analisar o caso. .

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Pedro Leal

Analista de mercado e mestre em jornalismo (universidades de Swansea, País de Gales, e Aarhus, Dinamarca).