Só quando elas querem – Luiz Carlos Prates

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Por: Luiz Carlos Prates

19/06/2023 - 09:06 - Atualizada em: 19/06/2023 - 09:43

Tenho várias amigas, colegas, ex-colegas e… Muitas outras mulheres sobre as quais fico de olho. Fico de olho no bom sentido… Sim, há outro “sentido”, um que levanta poeira. Quando falo para mulheres, imagino que os homens espertos fiquem por perto, afinal, nenhum homem até hoje viveu ou poderá viver sem uma mulher nas cercanias. Os “bebês”, que se acham fortões, independentes, cheios de grau, que pintam e bordam, não respiram sem uma “mamãe” por perto, uma mamãe para cuidar deles. Acabei de ler a seguinte manchete: – “Mulheres são ótimas na arte da sutileza”.

E o que é sutileza? É ver “detalhes” na personalidade das pessoas que os homens, por maioria, não notam. E por que os homens são menos sutis? Ora, simplesmente porque têm mais força física, só isso. Hoje se sabe que os “maiores” cientistas da História foram uns nadas, havia mulheres, esposas, mães e filhas por trás das “descobertas” deles. E assim em tudo o mais. Voltando às sutilezas, sim, elas são muito sutis no mais das vezes, especialmente com relação às outras mulheres, mas… São “obtusas”, costumeiramente, quando estão diante de um cara que elas querem para elas. Digamos, quando sentem “amor” pelo cara, amor desejo.

Amor mesmo, sabe-se, só aparece com o tempo, com as descobertas que encantam e que não se desmancham ao longo do tempo. Se as mulheres usassem da “sutileza” de que podem dispor pelos olhos e ouvidos, ah, minha amiga, poucas, raríssimas iriam casar. Aliás, sutileza, como capacidade de ver o que habitualmente muitos não veem, é um apanágio humano, todos temos. Mas é a velha história, a predisposição altera a percepção, quando estamos dispostos a ver beleza em alguém, vemos beleza.

Podemos “ler”, sem erros, qualquer pessoa através da fala dessa pessoa, dos seus gestos, do seu silêncio, do seu modo de andar, de sentar, de falar dos outros, de contar fatos, o que for… Abrindo a boca ou ficando quietos, imóveis num canto passamos mensagens inequívocas de quem somos. As mulheres são mais sutis? Tiveram que aprender a ser diante dos “predadores”, dos bebês da mamãe que só têm a mais a força física, só. Grosseira a minha fala? A verdade sempre o é. Cuidado, “gurias”.

 

PUDOR

Despudor, falta de vergonha ou tempos modernos, vale tudo? Falei com várias pessoas sobre o assunto e o que mais ouvi foi – “E aí, qual é o problema”? Credo! Manchete – “Cantor sertanejo casa com a melhor amiga da ex-mulher”. Quer dizer, eles se conheciam, se viam frequentemente e… Imagino, deviam se desejar silenciosamente. Seja como for, é preciso uma baita cara-de-pau para fazer esse tipo de casamento. Ou será que sou um baita otário diante destes tempos “modernos”?

 

FALA

Uma amiga, de Chapecó, SC, numa conversa de dia destes, me contou um caso bem interessante da vida dela. Contou que estava conhecendo um sujeito de boa bem aparência. Mas lá pelas tantas, falando sobre bichos, ele disse que não gostava de cachorros, já ela ama os dogues. Alguém pode dizer, e daí, qual é o problema de não gostar de cachorro? Minha amiga inferiu o óbvio: ele não gosta de bichos. Ela ama, o quase amor morreu ali. Tchau! Aplausos, guria!

 

FALTA DIZER

Do que mais as empresas hoje precisam para preservar a produtividade e a qualidade de seus produtos e atendimentos é de assédio moral. Os administradores, éticos, corretos, devem deixar essas virtudes muito claras aos seus subordinados. Indolentes predominam, na moita, se queixando da empresa ou pedindo emprego como “pobrezinhos”. Pressão sim.

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Luiz Carlos Prates

Jornalista e psicólogo, palestrante há mais de 30 anos. Opina sobre assuntos polêmicos.