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Procon Floripa interdita posto de combustíveis por falta de alvará e risco à vida dos consumidores

Foto: Divulgação/PMF

Por: Ewaldo Willerding Neto

11/05/2026 - 10:05 - Atualizada em: 11/05/2026 - 10:50

A Prefeitura de Florianópolis, por meio do Procon Municipal, interditou cautelarmente, na última sexta-feira (8), um posto de combustíveis no bairro Córrego Grande, após o estabelecimento deixar de apresentar o alvará do Corpo de Bombeiros. O documento é indispensável para comprovação das condições de segurança da atividade exercida.

A interdição ocorreu após o descumprimento de notificação administrativa expedida pelo Procon para apresentação dos alvarás obrigatórios de funcionamento. Mesmo após o prazo concedido pelo órgão fiscalizador, o posto não apresentou a documentação exigida, impossibilitando a comprovação da regularidade e da segurança do estabelecimento.

O caso é considerado extremamente grave em razão da natureza da atividade exercida, uma vez que o posto realiza diariamente o armazenamento e a comercialização de produtos altamente inflamáveis. A ausência do alvará do Corpo de Bombeiros impede a verificação de itens essenciais, como sistemas de prevenção e combate a incêndios, saídas de emergência e armazenamento adequado de combustíveis.

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“Não estamos tratando de mera irregularidade burocrática. Estamos falando da ausência de um documento essencial que atesta as condições mínimas de segurança de um estabelecimento que trabalha com produtos inflamáveis. A falta do alvará do Corpo de Bombeiros coloca em risco direto a vida dos consumidores, dos trabalhadores e de toda a coletividade do entorno. O Procon tem o dever legal e moral de agir imediatamente diante de uma situação como essa”, destacou o Diretor do Procon Municipal, Tiago Silva.

A medida reforça o direito básico à saúde e à segurança previsto no Código de Defesa do Consumidor. O estabelecimento somente poderá retomar suas atividades após a completa regularização documental e a comprovação de que atende integralmente às normas de segurança exigidas pelos órgãos competentes.

O Procon seguirá acompanhando o caso e monitorando o mercado local, com ações voltadas à proteção da população e à transparência nas relações de consumo.

 

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Ewaldo Willerding Neto

Jornalista formado pela UFSC com 30 anos de atuação.