A Prefeitura de Florianópolis, por meio da Secretaria de Planejamento, Habitação e Desenvolvimento Urbano, convida a população a participar da consulta pública sobre os acessos à orla do Setor 5, que abrange os distritos da Lagoa da Conceição, Barra da Lagoa e Rio Vermelho. A iniciativa integra o plano municipal de requalificação desses espaços, com o objetivo de garantir o acesso público às praias, preservar áreas sensíveis, como a restinga, e qualificar a infraestrutura voltada ao lazer, ao turismo e à convivência.
Esses três distritos do Setor 5 contemplam praias como Joaquina, Mole e Barra da Lagoa, além da Costa da Lagoa. Por meio da consulta, que estará disponível até o dia 12 de agosto, moradores e frequentadores poderão apontar necessidades, sugerir melhorias e indicar novos caminhos para qualificar os acessos à orla. O relatório técnico elaborado pelo comitê responsável está disponível em bit.ly/relatoriosetor5. Já o formulário da consulta pública pode ser acessado em bit.ly/consultasetor5.
“A construção desse planejamento só faz sentido com a escuta da população. São os moradores e usuários desses espaços que vivenciam diariamente essas áreas e podem contribuir de forma qualificada para definir onde e como os acessos devem ser estruturados”, destaca o subsecretário de Planejamento e Inteligência Urbana, Kaliu Teixeira.
Consultas acontecem desde 2024
As consultas públicas sobre os acessos à orla são realizadas desde 2024 e já contemplaram as regiões de Canasvieiras, Cachoeira do Bom Jesus, Saco Grande, Santo Antônio de Lisboa, Sede, Saco dos Limões, Estreito, Coqueiros, Tapera da Base e Ribeirão da Ilha. A iniciativa segue as diretrizes do Plano Diretor, que assegura o livre acesso às praias e orienta a criação e a qualificação de caminhos públicos ao longo do litoral, consolidando um planejamento técnico construído com participação social.
“A preservação do acesso à orla não depende apenas do poder público, mas também de quem convive com esses espaços todos os dias. Por isso, a consulta é um convite para que a comunidade participe da construção de soluções e ajude a cuidar desses caminhos no longo prazo”, complementa o subsecretário.