Prazo do viaduto não tem garantia segundo EPT Engenharia

Por: OCP News Jaraguá do Sul

23/01/2016 - 07:01 - Atualizada em: 26/01/2016 - 09:19

Apesar da promessa do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) de que o viaduto da Avenida Waldemar Grubba será concluído até o final de fevereiro, a EPT Engenharia, responsável por executar a obra, preferiu não se comprometer com a especificação de um prazo.

Ontem, o coordenador de obras da empreiteira, Nicolau Ostrowiski, afirmou que “vamos agilizar ao máximo os trabalhos, mas nossa programação vai até abril, porque temos que incluir calçadas, leivas e outros acabamentos”. O tempo continua a ser o principal delimitador da finalização da obra – conforme o coordenador, “não posso prometer nada porque é uma terra que chove muito”.

Sem querer causar polêmica, Ostrowiski confirmou os repasses do Dnit e fez questão de sinalizar que “agora a bola está conosco”. Segundo ele, o plano era começar as obras de pavimentação ainda na manhã de ontem, mas as chuvas da madrugada de quinta-feira atrasaram, mais uma vez, o processo.

No início da tarde dessa sexta-feira (22), a equipe estava a postos com os equipamentos e caminhões para dar continuidade no preparo e regularização do terreno, de acordo com ele. Além do asfalto, a empreiteira precisa finalizar detalhes como dois trechos de calçada (na via principal e embaixo do viaduto), sinalização, aplicação de grama e finalização das barreiras.

“O que pudermos fazer para terminar até o final de fevereiro será feito. O tempo vem nos ajudando nestes dias e tem que continuar a ajudar. O nosso dever é cumprir a obra”, declarou ainda Ostrowiski.

Previsão indica chuva

Se seguir a previsão, entretanto, o tempo pode não colaborar para o andamento do projeto. Segundo o meteorologista da Epagri/Ciram Marcelo Martins, uma frente fria deve trazer instabilidade para a região a partir de terça-feira da semana que vem. “Depois disso, a semana será de chuva mais freqüente, aquela tradicional de verão”, diz ele.

Enquanto isso, motociclistas utilizam um espaço aberto na área da obra e atravessam de uma pista para outra a fim de fazer o retorno no trânsito.