A Pastelaria Paupitz está presente em Jaraguá do Sul há 53 anos. Sua história começou em 1970, com Heinz Paupitz. No início de suas atividades, alguns dos primeiros clientes a receberem os pastéis foram o Bar Catharinense, o Ferraza Café e o Restaurante e Lanchonete Dois Irmãos, entre outros. Mais tarde, os pastéis produzidos com massa caseira e recheio caprichado, já eram distribuídos em mais de 70 pontos comerciais, incluindo panificadoras, lanchonetes, cantinas de escolas e lojas de conveniência.
Em meados de 1990, o filho de Heinz, Walter Paupitz, assumiu o controle da empresa. Hoje, a pastelaria está na terceira geração da família, sob o comando de Diogo Paupitz, filho de Walter, que agora está aposentado.
Mudança de foco
Diogo conta que o cardápio da pastelaria foi ampliado: além dos tradicionais pastéis de palmito, carne e frango, também tem mini-salgados – coxinha de frango com requeijão, bolinha de queijo e risólis de carne. Uma mudança importante que aconteceu na empresa é que, atualmente, o foco é a venda direta para o consumidor final, o que possibilitou um aumento na lucratividade. Os mini-salgados Paupitz fazem sucesso em eventos, como festas de aniversário e coquetéis de empresas.
O fornecimento de pastéis grandes continua, mas somente para alguns clientes escolhidos a dedo.

Mão na massa: Diogo Paupitz trabalha aproximadamente 15 horas por dia para atender às encomendas | Foto: Fábio Junkes/OCP News
Além de administrar o negócio da família, Diogo também põe a mão na massa. “No momento trabalhamos somente eu e uma funcionária. A qualidade dos produtos continua a mesma, mas a rotina de trabalho já não é tão puxada”, diz Diogo que, mesmo assim, trabalha aproximadamente 15 horas por dia para atender às encomendas. O trabalho de preparação dos salgados para dar conta das encomendas começa por volta das 3 da manhã e se estende ao longo do dia.
De acordo com Diogo Paupitz, atualmente são produzidos 1.500 pastéis grandes por semana. Antes da mudança de foco da empresa essa era praticamente a produção diária de pastéis. Agora, semanalmente são feitos cerca de cinco mil mini-salgados.
“E vamos seguindo com o nosso trabalho, com a qualidade de sempre, até quando Deus nos permitir”, declara.