Jovem com dengue tem ereção durante 18 horas e impressiona médicos

Foto: Pixabay

Por: Claudio Costa

24/02/2024 - 12:02 - Atualizada em: 24/02/2024 - 12:53

Estudo publicado na revista científica “Urology Reports”, descreve que um jovem de 17 anos apresentou priapismo arterial – ereção desregulada – por 18 horas como consequência da dengue. O caso aconteceu com um morador de Burkina Faso (antigo Alto Volta), país próximo à Nigéria.

“Nenhuma associação (entre dengue e ereção prolongada) semelhante foi previamente documentada na literatura médica”, disse os autores do estudo, liderado por Hassami Sawadogo.

Os médicos, que assinam o artigo, relatam que o jovem apresentava um quadro grave de dengue e estava internado há cinco dias quando apresentou a ereção sem ter sido estimulado sexualmente. Como tratamento, os profissionais responsáveis utilizam de bolsas de gelos no local com objetivo de diminuir o fluxo de sangue no órgão, que voltou totalmente ao normal após 48 horas.

“A dengue, por causar vazamentos vasculares, pode ser um gatilho raro para priapismo arterial. Mais estudos são necessários para elucidar esses mecanismos e possíveis implicações clínicas”, disseram os médicos.

Estudo publicado na revista científica “Urology Reports”, descreve que um jovem de 17 anos apresentou priapismo arterial – ereção desregulada – por 18 horas como consequência da dengue. O caso aconteceu com um morador de Burkina Faso (antigo Alto Volta), país próximo à Nigéria.

“Nenhuma associação (entre dengue e ereção prolongada) semelhante foi previamente documentada na literatura médica”, disse os autores do estudo, liderado por Hassami Sawadogo.

Os médicos, que assinam o artigo, relatam que o jovem apresentava um quadro grave de dengue e estava internado há cinco dias quando apresentou a ereção sem ter sido estimulado sexualmente. Como tratamento, os profissionais responsáveis utilizam de bolsas de gelos no local com objetivo de diminuir o fluxo de sangue no órgão, que voltou totalmente ao normal após 48 horas.

“A dengue, por causar vazamentos vasculares, pode ser um gatilho raro para priapismo arterial. Mais estudos são necessários para elucidar esses mecanismos e possíveis implicações clínicas”, disseram os médicos.

*Com informações de O Tempo.