Nos últimos meses, os brasileiros têm sentido no bolso as consequências da falta de compromisso do governo federal com a economia do país. A inflação está sufocando as famílias, corroendo os salários dos trabalhadores e tornando cada ida ao supermercado um verdadeiro desafio. Os números não deixam dúvidas: 95,8% dos brasileiros afirmam perceber o aumento nos preços dos alimentos. Esse dado não é um mero detalhe estatístico, mas sim um reflexo da incompetência de um governo míope, incapaz de enxergar a realidade e tomar medidas eficazes para proteger a população.
O atual governo insiste em uma política econômica falha, que gera instabilidade e aumenta a dívida pública. A esquerda, como sempre, se exime da responsabilidade e culpa o mercado, os empresários e a “ganância do setor produtivo”. No entanto, os brasileiros sabem que a verdadeira causa da inflação está na irresponsabilidade fiscal, na falta de incentivos ao setor produtivo e na insistência em um Estado inchado e assistencialista, que afasta investimentos e gera insegurança.
Os efeitos dessa ineficiência estatal são claros e dolorosos para a população. O arroz subiu 18,5%, o feijão, 22%, a carne bovina, 15%, o gás de cozinha aumentou 12% e a conta de luz teve um reajuste médio de 17%. Esses não são apenas números, mas a dura realidade de milhões de brasileiros que lutam diariamente para sustentar suas famílias. Em vez de promover reformas estruturais que poderiam garantir um crescimento econômico sustentável, o governo prefere adotar medidas paliativas e narrativas ideológicas que não resolvem o problema e apenas perpetuam a crise.
O Brasil precisa urgentemente de mudanças. Não há incentivo para o empreendedorismo, não há segurança para o agronegócio e não há estímulo para a indústria. O que há é um governo que aposta em um assistencialismo eleitoreiro, cujo custo recai justamente sobre o trabalhador que vai ao supermercado e não consegue mais fazer a compra do mês. Como esperar crescimento econômico e geração de empregos em um cenário desses?
Enquanto outros países avançam com políticas liberais que incentivam a produção e o investimento, o Brasil permanece preso a um modelo falido, que já demonstrou sua ineficácia em diversas partes do mundo. O trabalhador brasileiro é esforçado, acorda cedo, se dedica e busca construir um futuro melhor. Mas como fazer isso quando o próprio governo atrapalha ao invés de ajudar? Como construir um país próspero quando as decisões são tomadas com base em ideologia e não em fatos, dados e pragmatismo econômico?
O Brasil precisa de um governo que compreenda que a riqueza de uma nação vem do trabalho do seu povo e da força do setor produtivo. Precisamos de menos Estado e mais liberdade econômica, de menos burocracia e mais incentivo ao empreendedorismo, de menos promessas vazias e mais ação concreta.
É hora de pressionar, cobrar mudanças e exigir responsabilidade. O Brasil não pode continuar refém de um modelo econômico falido que pune quem produz e beneficia quem vive à sombra do Estado.